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Mulher grávida com letras formando "placenta prévia".

Placenta prévia: o que é, sintomas, diagnóstico e mais

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6 minutos de leitura

O que é placenta prévia: principais causas, tipos e cuidados

A notícia de uma gestação é repleta de sentimentos e expectativas, e qualquer situação diferente pode gerar dúvidas e apreensão. Se você ouviu falar sobre placenta prévia, saiba que não está sozinha: muitas gestantes passam por esse diagnóstico e é fundamental entender o que ele significa, seus sintomas, causas e quais são os cuidados necessários.

Este guia foi feito especialmente para você, futura mamãe, trazendo informações claras e confiáveis para enfrentar esse momento. Continue a leitura e saiba mais!

Afinal, o que é placenta prévia?

A placenta prévia é uma condição gestacional caracterizada pelo posicionamento da placenta na porção inferior do útero, em que ela recobre de maneira parcial ou total o colo uterino (a abertura de saída). Essa localização anômala, diferente da fixação normal em uma região superior ou lateral do útero, pode representar um obstáculo significativo para a passagem do bebê durante o parto, elevando os riscos e as complicações tanto para a mãe quanto para o feto.

Esse posicionamento pode ser identificado em exames de rotina, geralmente por volta da metade da gestação. Não é incomum que as gestantes se assustem ao ouvir esse diagnóstico, mas com acompanhamento adequado do pré-natal, muitas chegam ao final da gravidez com segurança. Entender o que significa a placenta prévia é o primeiro passo para lidar com a situação e seguir as orientações médicas.

Como é feito o diagnóstico da placenta prévia

O diagnóstico da placenta prévia é realizado principalmente por meio do ultrassom. Esse exame permite identificar a localização exata da placenta e avaliar se ela está cobrindo o colo uterino. O exame é simples, seguro e faz parte do acompanhamento pré-natal de todas as gestantes.

Em alguns casos, o profissional pode solicitar ultrassom transvaginal para melhor visualização. O acompanhamento médico regular é indispensável, pois a posição da placenta pode mudar ao longo da gravidez. Com o diagnóstico correto e acompanhamento frequente, é possível minimizar riscos e planejar o parto da forma mais segura possível.

Consulta médica em gestante com estetoscópio

Causas e fatores de risco da placenta prévia

Diversos fatores podem aumentar o risco de desenvolver a placenta prévia. Entre as principais causas, estão:

  • Idade materna avançada;
  • Gravidez múltipla (gêmeos, trigêmeos);
  • Histórico de cesáreas anteriores;
  • Cirurgias uterinas prévias;
  • Tabagismo;
  • Gravidez após procedimentos de fertilização.

Algumas mulheres apresentam a condição sem nenhum fator de risco aparente. O importante é se manter atenta aos sinais do corpo e manter o acompanhamento pré-natal em dia. Saber quais são os fatores de risco ajuda a entender a importância do diagnóstico precoce e permite adotar cuidados desde o início da gestação.

Tipos de placenta prévia

Existem diferentes tipos de placenta prévia, e cada um exige atenção específica. Os principais são:

  • Placenta prévia total: quando a placenta cobre totalmente o colo do útero, impedindo o parto normal;
  • Placenta prévia parcial: cobre parte do colo do útero;
  • Placenta prévia marginal: a placenta está próxima ao colo, mas não o cobre.

A placenta prévia total é a forma mais preocupante, pois pode causar sangramentos mais intensos e indica geralmente a necessidade de parto cesárea.

Sintomas da placenta prévia: o que observar

O sintoma mais comum da placenta prévia é o sangramento vaginal sem dor, especialmente no segundo ou terceiro trimestre da gravidez. Essa manifestação pode variar de leve a intensa e é conhecida como sangramento por placenta prévia. Outros sintomas menos frequentes incluem: contrações uterinas, desconforto abdominal e sensação de pressão na região pélvica.

Ao notar qualquer sangramento, é fundamental procurar atendimento médico imediatamente. Nem todo sangramento indica placenta prévia; no entanto, esse sinal de alerta não deve ser ignorado. O diagnóstico precoce faz toda a diferença para o bem-estar da mãe e do bebê.

Como é feito o diagnóstico da placenta prévia

O diagnóstico da placenta prévia é realizado principalmente por meio do ultrassom. O procedimento de placenta prévia permite identificar a localização exata da placenta e avaliar se ela está cobrindo o colo uterino. O exame é simples, seguro e faz parte do acompanhamento pré-natal de todas as gestantes.

Em alguns casos, o profissional pode solicitar ultrassom transvaginal para melhor visualização. O acompanhamento médico regular é indispensável, pois a posição da placenta pode mudar ao longo da gravidez. Com o diagnóstico correto e acompanhamento frequente, é possível minimizar riscos e planejar o parto da forma mais segura possível.

Possíveis tratamentos e cuidados para placenta prévia

Em situações de sangramento intenso ou quando a gestação está próxima do termo, pode ser necessário realizar uma cesariana para garantir a segurança da mãe e do bebê. Intervenções cirúrgicas só são indicadas quando absolutamente necessárias, sempre seguindo a avaliação da equipe médica. O fundamental é seguir todas as recomendações e manter o diálogo aberto com os profissionais de saúde.

Mulher grávida segurando a barriga com carinho.

O tratamento da placenta prévia depende do tipo, da intensidade dos sintomas e da fase da gestação. Em muitos casos, o principal cuidado recomendado é o repouso relativo, que inclui evitar esforços físicos e atividades que possam aumentar o risco de sangramento. Outras orientações comuns são acompanhamento médico frequente, evitar relações sexuais e observar atentamente qualquer sinal de sangramento.

Como lidar emocionalmente com a placenta prévia

Receber o diagnóstico de placenta prévia pode gerar medo, ansiedade e muitas incertezas. Cuidar da saúde emocional é tão importante quanto os cuidados físicos.

Busque apoio em pessoas próximas, converse com sua rede de apoio, seja parceiro, familiares e amigos. Participar de grupos de gestantes ou compartilhar experiências com outras mães pode ajudar a aliviar o peso emocional dessa fase. Manter a mente saudável é essencial para atravessar a gestação com mais tranquilidade e confiança.

As gestantes com placenta prévia podem ter parto normal?

Geralmente, a placenta prévia é considerada uma contraindicação para o parto normal (vaginal). Isso ocorre porque, quando a placenta se localiza próxima ou cobre o colo do útero, a dilatação e as contrações durante o trabalho de parto podem provocar um sangramento intenso e repentino (hemorragia), colocando em risco tanto a vida da mãe quanto a do bebê.

Por isso, geralmente, especialmente na placenta prévia total, a via de parto mais segura e indicada pelos médicos é a cesariana, muitas vezes, programada. A decisão final sobre a via de parto, no entanto, é sempre individualizada e depende da localização exata da placenta, avaliada por ultrassom no final da gestação (inserção baixa, marginal ou total).

Se a placenta estiver apenas muito próxima, sem obstruir o colo, o parto normal pode ser considerado em casos excepcionais e com monitoramento rigoroso. Contudo, o mais comum é a recomendação da cesariana para garantir a segurança de todos. Converse sempre abertamente com seu obstetra, o qual é a pessoa mais indicada para avaliar seu caso específico e definir o melhor plano de parto para você.

Esperamos que o conteúdo de hoje tenha te ajudado a saber mais sobre a placenta prévia. Para outros artigos como este, continue no blog da Likluc e aproveite para conferir o que é o descolamento da placenta e os cuidados necessários. Até logo! ❤️

Elefante da LikLuc, em tom azul, sentado, com detalhe laranjado na boca/bochecha

A Likluc é uma marca pioneira em produtos para saúde e higiene infantil. Nosso propósito é estar presente na vida das famílias desde o nascimento até o crescimento dos pequenos, com produtos essenciais e inovadores para deixar a rotina de cuidados com bebês e crianças mais prática e eficiente!

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