No terceiro trimestre da gestação, o bebê, de forma natural, se ajeita na posição correta dentro da barriga da mãe, a chamada posição cefálica (cabeça apontando para o canal do parto).
Mas nem sempre isso acontece. Os bebês podem ser imprevisíveis, como quando se posicionam sentados na barriga da mãe, fato conhecido como “bebê pélvico”. Quando isso acontece, pode ser necessário realizar um parto pélvico, que pode gerar preocupação nas mães, já que não é um parto comum.
No post de hoje, a Likluc traz mais informações para você sobre o bebê pélvico, como dicar para saber quando ele está sentado, possíveis riscos e quando optar por esse tipo de parto. Continue lendo e confira tudo!
O que é bebê pélvico?
É quando o bumbum e os pés do bebê estão voltados para o canal do parto, ou seja, ele está em uma posição de sentado. Segundo um artigo da v. 6 n. 1 (2019): Edição Especial – V Semana de Enfermagem Integrada, esses casos acontecem em 3 a 4% das gestações.
Não se sabe ao certo o motivo exato do bebê ficar na posição sentado. Existem algumas causas que podem contribuir, como multiparidade (mais de uma gravidez), gemelaridade (dois ou mais fetos na mesma gestação), além de malformações do útero ou com miomas.
A Likluc destaca a importância de uma equipe médica preparada para garantir a segurança do parto e tranquilidade para as mamães.
Como saber se o bebê está sentado?
A principal forma é com o exame de toque com um médico obstetra. O ultrassom também é uma forma de entender melhor a situação do bebê dentro da barriga da mamãe.
É aconselhado que isso seja acompanhado durante toda a gestação, a cada consulta pré-natal. Existem alguns sinais que podem indicar se o bebê está na posição cefálica, ou seja, de cabeça para baixo no canal do parto, são eles:
- Barriga visivelmente mais baixa;
- Sensação de pressão na região pélvica;
- Dificuldade para segurar a urina;
- Melhor fluxo de respiração da mãe;
- Desconfortos para se locomover.
Mas afinal, quando fazer o parto pélvico?
Para ter toda a segurança e tranquilidade, é preciso que:
- Nenhum tipo de anomalia deve ser encontrado no bebê;
- No ultrassom, o cordão umbilical deve ser visto de forma clara;
- O bebê não estar com a cabecinha inclinada para trás;
- Não ter um peso superior a 3.800kg e inferior a 2.500kg
Entenda como é feito o parto pélvico com a Likluc
Existem 3 formas de fazer o parto pélvico, o espontâneo, assistido e a extração total. Abaixo nós explicamos um pouquinho mais de cada um deles:
- Parto pélvico espontâneo: ocorre apenas em partos prematuros;
- Parto pélvico assistido: o mais comum parto pélvico vaginal. O bebê geralmente é capaz de sair até o umbigo de forma natural, mas em alguns casos, o obstetra pode precisar realizar manobras para auxiliar na saída dos bracinhos e também da cabeça do bebê;
- Extração pélvica total: é feito a retirada dos pés e depois do corpinho. Essa também é uma técnica utilizada para partos de gêmeos.
É importante monitorar os batimentos cardíacos do bebê a cada 5 minutos enquanto é feito o parto. Às vezes, a monitorização eletrônica fetal é necessária para garantir a segurança do pequeno.
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Conheça os riscos do bebê pélvico
Existem casos do cordão umbilical ficar torcido ou comprimido durante o parto, fazendo-o ter falta de ar, que pode causar danos ao cérebro do bebê.
Outra complicação que podem ocorrer, são as respiratórias. Mas atualmente o parto pélvico vem sendo cada mais seguro e tranquilo. Então, mamãe, saiba que há uma equipe preparada para qualquer tipo de situação que venha ocorrer.
Qual tipo de parto é mais seguro: pélvico ou cesárea?
As duas maneiras possuem seus riscos, tanto para o bebê quanto para a mamãe. São eles como infecções, sangramentos ou lesões nos órgãos em torno do útero.
É importante que o obstetra avalie a situação da mãe e do bebê para definir a melhor forma de conduzir o parto e garantir a segurança e bem-estar de todos.
O parto pélvico apresenta um risco maior do que o parto normal, por isso, é importante ter o acompanhamento de um médico especializado. Além disso, a mãe deve estar informada sobre os possíveis riscos e benefícios para tomar decisões conscientes e seguras para si e para o bebê.
Todas as informações acima são de cunho informativo e não devem ser utilizados para autodiagnóstico ou automedicação. Qualquer alteração durante a gestação, entre em contato imediatamente com o médico responsável.
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